Auto-estima e cirurgia plástica – como a reconstrução da mama ajuda a minimizar os efeitos do câncer de mama

 

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O câncer de mama é uma das doenças mais temidas pelas mulheres, devido à sua alta frequência e pelos seus efeitos psicológicos, que afetam a sexualidade e a própria imagem pessoal. Raro antes dos 35 anos de idade, mas muito presente acima desta faixa etária, sua incidência cresce rápida e progressivamente.

As estatísticas indicam o aumento de sua frequência tantos nos países desenvolvidos, quanto nos países em desenvolvimento. O Ministério da Saúde afirma que em 2014 foram realizadas 9,115 mil cirurgias de reconstrução mamária, um aumento de 16% em relação a 2013.

De acordo com o cirurgião plástico, Dr. Vítor Eduardo de Menezes e Souza, uma mastectomia – cirurgia para a retirada total ou parcial da mama para tratar a paciente com câncer de mama – pode afetar psicológica e emocionalmente a vida de uma mulher. “O procedimento cirúrgico para a reconstrução da mama acaba se tornando fundamental”, explica Dr. Vitor.

Em pacientes submetidas à mastectomia, o objetivo maior da cirurgia reconstrutora é a reabilitação estética, retirando da paciente o estigma do câncer e da mutilação. A reconstrução da mama é a cirurgia que irá restaurar a forma, aparência e tamanho da mama e está diretamente relacionada ao tipo de cirurgia de mastectomia que foi realizada.

Embora em alguns casos não seja possível fazer a mastectomia e a reconstrução na mesma cirurgia, hoje é usual que se façam simultaneamente. Segundo o cirurgião plástico, Dr. Vitor, muitos fatores interferem nessa decisão, como a dimensão do câncer, tipo de tumor, se será necessário quimioterapia ou radioterapia e as condições clínicas da paciente.

O resultado final da cirurgia de reconstrução de mama pode ser muito satisfatório, minimizando o impacto físico e psicológico da paciente. Saiba mais sobre reconstrução da mama.

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