Geminus participa do 7º Congresso Brasileiro de Restauração Capilar

Na semana que vem, de quarta-feira (22) a sábado (25), os médicos cirurgiões plásticos, Dr. Sérgio Eduardo de Menezes e Souza e Dr. Vitor Eduardo de Menezes e Souza, participam do 7º Congresso Brasileiro de Restauração Capilar. O evento irá acontecer em Foz do Iguaçu e está trazendo como temática “FUT e FUE: Unindo Forças”. Mas o que estas siglas significam?

Qual técnica é melhor? FUT ou FUT?

Dr. Sérgio e Dr. Vitor explicam que as técnicas FUT e FUE possuem vantagens e desvantagens, as duas podem ser úteis aos pacientes, inclusive, pode ser que seja necessária uma combinação das duas técnicas em casos específicos.

FUT (follicular unit transplantation) – retira uma faixa de tecido (pele e fios de cabelo) da área doadora através de incisões com bisturi. Em seguida, são utilizados fios de sutura para fechar a ferida resultante. Essa técnica não reduz a densidade (número de fios por centímetro quadrado) da área doadora e não requer a raspagem dos fios desta área. Os cabelos não são raspados, assim, a cicatriz linear que resulta do fechamento da ferida cirúrgica, fica permanentemente escondida debaixo dos cabelos, tornando-se – na grande maioria das vezes – numa linha fina quase imperceptível.

FUE (Follicular Unit Extraction) – retira os fios um a um, sem precisar de cortes com bisturi. Não deixa a cicatriz linear – os furinhos resultantes se fecham em até 3 dias, não sendo necessário pontos de sutura. Os fios, como são retirados um a um, já saem prontos para serem reimplantados. A extração via FUE deixa micro-cicatrizes puntiformes e, se realizada em excesso, pode reduzir muito a densidade capilar da área doadora, pois os fios retirados vão, aos poucos, despovoando aquele local. A cabeça do paciente necessita ser raspada na região doadora, o que pode impedir o paciente de voltar ao seu trabalho antes de obter uma cobertura mínima dos cabelos (aproximadamente 10 dias).

Ou seja, o avanço tecnológico e de procedimentos desta cirurgia permite hoje que técnicas conjugadas sejam utilizadas, alcançando, assim, um número muito maior de folículos implantados, resultando em maior densidade. Hoje é possível conjugar a técnica FUT, técnica da retirada da faixa, e FUE, técnica de extração folicular, ambas em uma mesma cirurgia conseguindo um resultado muito mais satisfatório.

Além do couro cabeludo, pelos podem ser removidos da barba, cílios, ou de outras partes do corpo (conhecido como “body hair transplantation”). De acordo com os médicos, o alto nível de satisfação dos pacientes que se submetem aos transplantes capilares se dá pela alta densidade e a naturalidade alcançada em cada procedimento, recuperando uma aparência rejuvenescida e resgatando sobre tudo a autoestima.

Congresso Brasileiro de Restauração Capilar

Com quatro dias de imersão no universo da Restauração Capilar, a Programação Cientifica levará aos participantes, informações atualizadas, cobrindo, como de costume, do básico ao avançado. Além de importantes nomes da Restauração Capilar brasileira, contará com a presença de renomados convidados estrangeiros.

Além do tradicional Curso Básico, que será realizado no dia 22 de agosto, a programação conta também com Mini Cursos para imersão e aprendizado de temas específicos. “Nossa participação tem como objetivo aprimorar conhecimentos. O transplante capilar não para de evoluir, por isso estamos sempre em busca de novas tendências, técnicas e oportunidades”, explicam.

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