A moda agora é: gluteoplastia

Cirurgia plástica no bumbum tem aumento expressivo nesta época do ano

gluteoplastia

A época é propícia não apenas para recuperação pós-cirúrgica, mas também é o tempo exato para chegar ao verão com tudo em cima. A proximidade das férias faz com que centenas de pessoas busquem tratamentos para conseguir um corpo mais delineado. O bumbum, principalmente, é o que mais “sofre” para conseguir ficar redondo e firme a tempo de ser exibido no biquíni ou mesmo na sunga. A gluteoplastia resolve de uma só vez o problema de tamanho e de flacidez, uma vez que a musculação e atividades físicas costumam ser ineficientes, embora boas aliadas, no delineamento do bumbum almejado. É indicada para quem possui glúteos pequenos, de pouca projeção, flácidas ou disformes, bem como para quem emagreceu muito e perdeu a elasticidade da pele.

O procedimento teve grande procura nos últimos anos. De acordo com a American Society for Aesthetic Plastic Surgery (ASPS), em 2014, houve um aumento de 86% comparado ao ano anterior. Trata-se de uma cirurgia relativamente simples, em que uma pequena incisão é feita no sulco interglúteo, evitando cicatrizes aparentes. A prótese utilizada é de gel de silicone, semelhante às usadas em implantes mamários, porém mais espessas e que variam de formato, geralmente entre oval e arredondado.

De acordo com o médico cirurgião plástico, Dr Vítor Eduardo de Menezes e Souza, a prótese de glúteo é indicada para os pacientes com nádegas pequenas ou que após emagrecimento tiveram grande redução do volume, sem que houvesse ptose importante (queda do bumbum).
“A cirurgia é realizada através da colocação de uma prótese de gel de silicone dentro do músculo glúteo maior. A cicatriz fica escondida no sulco glúteo (prega entre as nádegas) e de difícil percepção”, explica.

Segundo o Dr. Vítor, é recomendável a troca periódica das próteses de glúteo para se evitar o desgaste das mesmas. Devido à crescente qualidade das próteses, estima-se que a troca deverá ser realizada em torno de 30 anos. “A anestesia utilizada pode ser a peridural ou geral e o tempo cirúrgico médio é de 3 horas”, ressalta.

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